Transitório

O mundo não existe mais como era. A vida já não estava suportando a realidade que vivamos, por isso é preciso sair da atmosfera rotineira antiga e passar a entender o novo que está sendo criado. Agora é preciso redescobrir e explorar o novo. O passado ficou retido nas explicações sobre um mundo antigo e o momento transitório que estamos vivendo nos faz flutuar, viajar por novas perspectivas.

Estes são autorretratos da crise que está distante dos holofotes, além dos atritos sanitários, políticos e econômicos, sendo uma viagem para dentro. Refazendo conexões e derrubando incômodos. Construa, busque mudanças fora dos seus eixos, tente refletir sobre as novas possibilidades e como sempre desejou ser.

QUINAS, TRAÇOS E ÂNGULOS

Câmbio, câmbio… todos vivos? O mundo está de cabeça para baixo e os ângulos pelo qual vejo tudo reflete naquilo que produzo e faço. Tudo é questão de perspectiva: Observar, viver e criar. Urge a ideia de mudar o ponto de visão e cresce a necessidade da empatia. Vamos juntos. Essa é minha contribuição para reflexão, dois meses interiorizando para começar a externalizar sobre as novas condições de vida. Siga firme, fique em casa se puder, cuide da sua família e experimente ver tudo com outro olhos e ângulos, assim em breve nos abraçaremos.

 

DANÇA

Apresentação realizada no Teatro Municipal de Osasco do Espaço de Dança AVAHA na comemoração dos 20 anos de carreira da Bailarina Ana Claudia Borges, no dia 28 de abril de 2019.

SEQUENCIAÇÃO I – MÃOS

Quando o pensamento se perde, as ações se tornam mecanizadas. As ações são realizadas sem percebermos, o corpo involuntariamente continua e o raciocínio se distancia da MÂO, da ação. Mas estamos ali executando o que? Transportando o que? Fazendo o que? Acredito que as perguntas se aprofundam mais, chegando ao questionamento do que é natural ou não. Nossas decisões são programadas ou realmente temos livre arbítrio? Difícil desatrelar o pensamento da ação, mas a repetição, muita das vezes, nos leva a prática sem pensamento. Pelo mero fato. Porque alguém mandou. Porque alguém faz. Porque não sei. Simplesmente, porque não quero pensar nisso.
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